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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Olha que grande filho da ...

"Nunca me enganaste"


"O presidente da Comissão Europeia disse hoje, em Bruxelas, ser fundamental que se perceba que os Governos nacionais são responsáveis pelas medidas de austeridade que aplicam, e não a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu ou o Fundo Monetário Internacional." (Noticia do Público de 11-10-2012)

Primeiro o FMI descobre que a austeridade não é compatível com o crescimento económico (parece que foram os últimos a descobrir o que já todos sabíamos) e recomenda moderação na implementação das medidas de ajustamento a implementar pelos governos sob plano de ajustamento. Agora vem este pato bravo com estas afirmações... Agora só falta mesmo vir a "gorda" tirar o rabo de fora!

Realmente os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio. Embora isto não seja nada de novo para este Senhor que largou os comandos do país por um "tacho" bem maior.

Para o nosso querido Passos Coelho e Gasparzinho aqui vai uma pequena lição em forma de sabedoria popular. Diz assim... "Quando te baixas muito, acabas por mostrar o rabo

Divirtam-se (se puderem)




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Frase do Dia

"Não existe nada tão caro quanto a ignorância."
 (Horace Mann)

Olhando para a nossa actual conjuntura politica e económica fui tentado a fazer uma pequena adaptação desta bela frase.

"Nada sai tão caro a uma nação quanto a ignorância dos seus governantes."

Divirtam-se

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Que destino... o nosso!

"Crise"

Sim! Estamos a viver uma crise sem precedentes. O poder de compra diminui de dia para dia a par com o aumento de impostos e o aumento do desemprego. Os preços da energia também não ajudam nada, aumentam quase diariamente justificados por uma desvalorização do Euro face ao Dolar, pelos conflitos no médio oriente e até por culpa da Natureza que obriga a cancelar a produção de petróleo em alguns pontos do planeta devido a tempestades extremas. Perante estes cenários, qualquer um começa a fazer contas e a cortar despesas o que leva à recensão económica. Pois sem procura, desaparece que ofereça e o resultado... desemprego.

Não é necessário ser muito inteligente para perceber isto. Quem vive diariamente com os pés assentes na terra,  e que tendo que pagar a sua casa e colocar comer na mesa para a família  percebe esta mecânica muitíssimo bem.  Então pergunto eu... "Qual é a dificuldade dos políticos (em especial o governo) em perceber esta simples mecânica?"

A crise financeira que vivemos não é fácil mas, vivemos uma crise ainda maior. Vivemos uma crise de valores. Onde os politico deviam ser o exemplo e não a excepção. Onde governar devia ser servir a nação, e não os interesses dos partidos, dos lobbies e até mesmo, os interesses pessoais. Onde a justiça não só funciona para alguns e onde os impostos (cada vez mais elevados) são sempre pagos pelos mesmos para serem esbanjadas por governantes sem escrúpulos. 

Hoje sinto-me triste, muito triste, por ver esta nação que já dominou meio mundo ser reduzida à miséria por um bando de gananciosos sem escrúpulos. A partir de hoje as mesas de voto não irão contar com a minha presença, nenhum filho da puta de um politico irá contar com o meu voto pois, nesta democracia representativa em que vivemos não existe ninguém que me represente com o mínimo de dignidade. 

Sr Primeiro Ministro, se por acaso algum dia vier a ler estas linhas queria que soubesse que foram escritas por alguém que trabalha todos os dias para poder pagar a casa e alimentar a família. Alguém que se matou a trabalhar abdicando de muitas coisas para poder ter um curso e uma licenciatura que supostamente lhe trariam melhorias de vida significativas. Alguém que nunca pertenceu a qualquer partido que lhe tivesse assegurado "Tacho" ou tivesse tido qualquer equivalência na sua licenciatura. Alguém que escreve estas linha em jeito de desabafo e que neste momento gostaria imenso que o Sr.tivesse o discernimento necessário para alterar as suas politicas ou então que emigrasse de vez por todas para o raio que o parta e longe deste pais.

Divirtam-se enquanto podem... antes que o divertimento fique sujeito a IVA





quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PIEGAS??? EU!?

"Pieguices"

Segundo a afirmação do nosso actual Primeiro Ministro, "Os Portugueses têm que passar a ser mais exigentes e menos piegas", foi proferida como resposta á indignação da oposição relativamente à não atribuição da tolerância de ponto no dia de Carnaval.

Sr Primeiro Ministro, gostaria de lhe deixar aqui a minha humilde opinião.

Relativamente ao Carnaval... sinceramente, para mim, não me aquece nem me arrefece. nunca fui muito carnavaleiro por isso se tiver que vir trabalhar, seja. Será menos dinheiro que gasto e menos chatices que tenho. Mas, olhando mais a fundo para a questão, não posso deixar de olhar o Sr Primeiro Ministro como um Extraterreste que caiu aqui em Portugal e de qual país nada conhece. Certamente o Sr Primeiro Ministro achará que temos uma industria fortíssima e que um dia sem trabalho poderá afectar a competitividade,  o desempenho e por conseguinte a sua produtividade. Nada mais errado... até porque nós não temos praticamente industria nenhuma e a que temos está a produzir em excesso sem conseguir dar escoamento á produção. Depois, assumindo que a pouca industria que temos é o turismo e que há autarquias que investem milhares de euros nos desfiles carnavalescos... faz algum sentido retirar a tolerância de ponto a 15 dias do Carnaval? Que poupará o país com esta medida? Não faria mais sentido tornar a medida efectiva só a partir do ano que vem?  

No que diz respeito à sua afirmação de que os portugueses são piegas e que deviam ser mais exigentes, tenho a dizer-lhe duas coisas:
 A primeira é sempre me identifiquei com um certo espírito "tuga". Posso considerar-me um pouco pessimista e até um pouco melancólico mas, piegas... isso nunca. Senti-me pois, bastante desconsiderado e ofendido pela sua afirmação e deixe-me dizer-lhe que fica bastante mal a um Primeiro Ministro, dizer barbaridades destas. Poderá pensa-las mas, o cargo que ocupa obriga a alguma suavidade quando se fazem discursos políticos. Principalmente numa época de dificuldade, com uma altíssima taxa de desemprego e depois de um autentico massacre fiscal aos contribuentes por parte de S.Exª. 
A segunda é que não posso deixar de lhe dar razão num aspecto. Os portugueses são de facto muito pouco exigentes. Prova disso tem sido a classe politica que tem gerido os destinos deste pais. Se de facto fossemos mais exigentes, políticos como o sr. nunca poderiam existir neste país. 

Muito mais haveria para dizer mas...aqui e agora eu só queria mesmo, era dar a minha opinião sobre as palavras que proferiu.

Um Grande bem haja e façam favor de serem felizes (pelo menos tentem).